OS PRÓXIMOS 4 ANOS POR UM JOVEM DE 18.

A festa da democracia ontem não se afastou muito de uma final de Copa Libertadores resolvida nas penalidades máximas, onde aos 47′ do segundo tempo o time adversário faz um gol para calar o estádio e leva o jogo para a prorrogação, nela, os dois times ditam um ritmo de jogo alucinante com chances para ambas as equipes passarem a frente, mas o que decide mesmo é o apito do arbitro e a disputa na linha penal. No final o time de vermelho, que sempre liderou o placar vence nas disputas alternadas e comemora uma vitória suada, como nunca antes vista na democracia brasileira.
Nesse clima de futebol é que eu darei algumas opiniões sobre o resultado da corrida presidencial de ontem, não me dei o trabalho de pesquisar muito para não me influenciar, falarei de coração aqui.
O principal ponto e mais interessante de se começar é parabenizando todos os petistas/ptralhas que lutaram contra uma minoria odiosa que queria badernar e causar mais segregação no país. Como já deu para perceber para quem foi meu voto, nem preciso dizer, mas que fique claro que meu voto foi pró partido e não anti-partido. Votar para mim é coisa séria e é por isso que eu acredito que quem usa o voto como protesto acaba fazendo mau a democracia, votar é escolher quem para você é o melhor, não o menos pior.
No discurso de reeleição, a vitoriosa presidenta comentou que uma das coisas mais importantes que temos que fazer agora é o diálogo e a união. Querendo você ou não, o Brasil foi dividido e isso não pode continuar, portanto a união que fará a força de um novo país. Penso eu que esse segundo mandato será bem diferente pelos aspectos de: Tivemos uma pequena revolução onde o povo foi as ruas pedir mudanças e agora elas deverão acontecer; Foi prometido nas campanhas de ambos os candidatos que os escândalos de corrupção vão cessar e os que estão aí, a mídia querendo ou não, serão julgados (e olha que são muitos!) e assim tirar aquele sentimento de incompetência da população; A situação econômica, que está no seu limite deverá voltar a se estabilizar e o PIB voltar a crescer e a moeda não se desvalorizar.
Pelos fatos supracitados, vê-se que nunca antes o povo terá que cobrar seus poderes, tanto o legislativo quanto o executivo. Falando em poderes, haverá uma batalha interessante se travando na câmara, foi eleito o congresso mais conservador desde a Ditadura Militar, houve um aumento significativo na bancada evangélica e a comissão de direitos humanos ainda não percebeu que elege presidentes que estão pouco se fudendo para direitos humanos de quem não é branco, rico e heterossexual… Esse embate irá existir, não se pode negar, mas que ele seja amistoso e todos entrem em consenso.
Bolei um pequeno bate-bola jogo-rápido comigo mesmo para me expressar em poucas palavras meus sentimentos sobre o país:
Amor ou ódio ao Brasil: amor;
Polarização ou união: união, mas a disputa deve existir;
Esquerda ou Direita: esquerda;
Resuma o governo atual em uma frase: Pisou na bola, mas não tanto assim;
Resuma o futuro governo: ganhou uma nova chance, hora de mostrar o que é PT;
Resuma o domingo 26/10/2014: a vitória da democracia;
Desejo até 2018: Que o Brasil, agora tem que ser não só um país sem pobreza, mas um país de riqueza não só material como intelectual, isso que está faltando para muita gente.

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E por último gostaria de dar meu total apoio ao combate a xenofobia dos irritadinhos – pelo menos lá eles tem água – :Dilma

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